Este é um projecto de remodelação de uma moradia burguesa, do ano 1904, situada na zona de Burgães, em Vale de Cambra.
A intervenção dá-se sobretudo na moradia principal – um volume de dois pisos – e também na conversão em arrumos de um anexo exterior, disponibilizando dois lugares de estacionamento na área adjacente.
O conceito orientador do projecto foi a preservação da elegância classicista dos espaços interiores – o que se traduz na aplicação de papéis de parede padronizados, cortinas e elementos eléctricos semelhantes aos originais - aliada à frescura e simplicidade dos elementos contemporâneos.
Dois momentos dominantes na redefinição dos espaços foram, por um lado, a necessidade de acrescentar instalações sanitárias que pudessem complementar os espaços pré-existentes do piso superior e, por outro, a transformação dos arrumos do piso inferior em espaço habitável – quartos, sala de estar e cozinha.
1+1=1
Projecto de remodelação e união de dois apartamentos em um.
Os apartamentos, inseridos em edifício dos anos 70, são o espelho um do outro e ambos de tipologia T2. A remodelação consistiu na união de ambos num apartamento de tipologia T3.
Optou-se por criar um espaço contemporâneo, leve e fresco, onde a translucência é o tema principal.
Actualmente em construção, obra a cargo de Esfera de Imagens.
Em construção, pode acompanhar aqui.
O Porto de Rio é um projecto de transformação de um edifício portuense do séc. XIX, situado na zona Ribeirinha, no coração do centro histórico da cidade do Porto, em Alojamento Local com tipologia de apartamento.
A proposta passou por respeitar as características do seu desenho original, que são essenciais para a definição da sua identidade. São elas a fachada e cobertura que definem a volumetria e imagem do edifício, a escada interior e o respectivo corrimão.
Criaram-se espaços amplos, com decoração contemporânea, tirando partido do potencial das paredes de granito originais e proporcionando excelentes vistas para o Rio Douro.
Este projecto foi desenvolvido em parceria com o estúdio GOMA.
Em construção, pode acompanhar aqui.
“Pretendo uma casa em que abra a porta de entrada e esqueça a rotina do dia-a-dia!” – Cliente.
Projecto de remodelação de um apartamento no Porto, de tipologia T3.
Em construção, pode acompanhar aqui.
Este é um projecto de remodelação/reconstrução de uma moradia unifamiliar existente datada de 1854.
O objectivo primordial do projecto foi adaptar a moradia existente ao estilo de vida actual de uma família de 4 pessoas. Ao mesmo tempo pretendeu-se devolver à moradia existente o seu esplendor e identidade de outrora, que se foi perdendo ao longo do tempo.
Optou-se por localizar no piso 0 os Compartimentos Sociais, tendo em conta o contacto e expansão directa da habitação com o pátio exterior, e no piso 1 os Compartimento de Quartos, que necessitam de menos contacto directo com o terreno mas de maior intimismo, obtendo ainda a vantagem de usufruírem da paisagem envolvente. No Anexo, naturalmente foram colocadas os Compartimentos de Apoio.
Aquando da distribuição do programa surgiram algumas dificuldades devido às áreas diminutas das pré-existências, pelo que foi necessária a criação de um volume na fachada sul da moradia que contem a escadaria interior de ligação entre os pisos, que de certa forma se tornou o ex-libris da intervenção.
Em execução, pode acompanhar aqui.
Projecto de remodelação de cave em sala de restaurante.
Optou-se por criar um espaço que remetesse à imagem acolhedora de um restaurante tradicional português. Para tal usaram-se materiais naturais ou de aparência natural, mobiliário tradicional como o banco e mesa corridos, uma paleta de cores em tons terra e o uso de iluminação de cor quente.
O espaço foi organizado através da criação de um corredor central, assinalado pela diferente estereotomia do piso e pela criação de uma pérgula em madeira, e é composto por três zonas: o salão principal, o salão reservado e o balcão.
Remodelar os espaços comuns do Costa do Sol B&B Hotel foi o objectivo deste projecto.
A proposta teve em conta a rapidez de execução e a compatibilização com a linguagem e materiais da edificação existente, optando-se por intervenções pontuais mas estruturantes.
Pretenderam-se espaços funcionais, flexíveis e confortáveis, com uma clara definição de ambientes.
Utilizaram-se cores quentes desde o amarelo ao castanho terra, com suporte em materiais confortáveis e agradáveis ao tacto.
Projecto de transformação de antigo bar em restaurante de cozinha portuguesa.
Pretendeu-se criar um espaço aconchegante e acolhedor em que a cozinha tivesse um papel preponderante.
Usou-se uma linguagem crua e sóbria, com alguns apontamentos de cor, remetendo às origens industriais do concelho onde se localiza, São João da Madeira.
Os espaços foram rearranjados de forma prática e funcional, tendo sido criadas 4 zonas de ocupação de espaço distintas, o salão principal, o balcão, uma zona íntima e a esplanada. O restaurante foi também preparado para utilização por pessoas com mobilidade condicionada.
Obra concluída, pode observar o processo de construção aqui.
Em execução, pode acompanhar aqui.
Este projecto teve como objectivo a conversão do Palácio Benagazil em Sede da CONFAGRI.
O Palácio Benagazil era a casa de recreio do 1º Visconde de Benagazil, Policarpo José Machado (1796-1875), um político, juiz, empresário agrícola e comercial, que foi o responsável pela sua construção. O conjunto existente é constituído pelo Palácio propriamente dito, pela Casa dos Caseiros, pelos Pavilhões de Apoio, pela Casa do Guarda, pelo Pátio de Entrada e pelo Jardim Posterior.
A maior dificuldade deste projecto prendeu-se com a necessária adaptação e compatibilização de uma pré-existência de cariz habitacional, com valor patrimonial, na sede administrativa de uma instituição com a envergadura da CONFAGRI.
A prioridade foi respeitar e preservar, sempre que possível, a volumetria, os traçados, os sistemas construtivos, as decorações, a atmosfera e a idade do edificado original.
Em relação ao edifício do Palácio, o exterior, será restaurado ao seu traçado original, inclusive as alterações efectuadas às fachadas durante as diversas ocupações, que serão revertidas para a forma original. No interior, todas as paredes-mestras e paredes em alvenaria de pedra serão preservadas, salvo casos pontuais de abertura de passagem, as pinturas murais e azulejarias tradicionais presentes em algumas paredes perimetrais e paredes-mestras serão avaliadas e sempre que possível, restauradas.
Estabelecidas as premissas acima descritas, foi reconhecida necessidade de uma ampliação da área construída por forma a dar resposta ao sector administrativo da CONFAGRI que irá ser implantado no local, impôs-se o desafio de como o fazer sem arruinar ou tirar protagonismo ao edifício principal, o Palácio Benagazil. A equipa projectista, depois de muitas considerações e inspirada por uma planta antiga do Palácio que encontrou durante as pesquisas efectuadas, optou por estender a planta em L do Palácio, transformando-a numa planta em U. A nova intervenção funciona conceptualmente como um espelho do L pré-existente, mas possui uma linguagem arquitectónica contemporânea de ruptura, conseguindo desta forma distinguir-se da pré-existência.
Quanto às restantes construções existentes, os problemas de compatibilização com o novo programa a implantar foram resolvidos caso a caso, mas sempre com uma estratégia de fundo, que passa pelo esticar/alongar/estender da geometria existente até esta se enquadrar com as novas necessidades.
Em relação aos espaços exteriores, as prioridades foram restabelecer e fortalecer o ambiente cenográfico do pátio de entrada, criar um ambiente verde e fresco de transição entre o edificado existente e o novo, e criar um espaço versátil e multifacetado para eventos temporários. O pavimento escolhido foi a calçada portuguesa em leque, realizada em dois tons de basalto, claro e escuro, numa espécie de xadrez. A escolha prendeu-se com o reforço do caracter cenográfico do pátio de entrada, o reavivar das raízes construtivas portuguesas tão presentes no edificado pré-existente, e o simples facto de numa observação aérea o padrão criado pelo pavimento ser chamativo, tirando proveito do facto de esta área ser atravessada diariamente por centenas de transportes aéreos, tornando-se um elemento diferenciador numa zona monótona e disforme.
Estado:
Em execução.
Equipas de Projecto:
EVA | evolutionary architecture: Projectos de Arquitectura, Acessibilidades e Arranjos Exteriores
AMC: Coordenação e Pojectos de Estabilidade e Águas
ARproj: Projectos de Segurança. ITED, Eléctrico, Climatização e Acústico
Este é um projecto de remodelação/reconstrução de uma moradia existente datada de 1945, pertencente a uma família de antigos agricultores.
O objectivo do projecto foi devolver à moradia existente a sua identidade própria e coerente com o ambiente romântico e pitoresco do terreno envolvente. Neste sentido, o projecto teve como base o desenho, materiais e volumetria correspondentes ao edifício originalmente construídos, adaptados a um estilo de vida mais actual.
Optou-se então por enquadrar as zonas comuns, (salas, cozinha, etc.), no piso 0, tendo em conta o contacto e expansão directa destas com exterior. As zonas mais privadas como os quartos foram enquadradas no piso 1, devido à menor necessidade que têm de contacto directo com o terreno exterior, e maior necessidade de intimismo, reforçada pela possibilidade de contemplação da paisagem próxima e distante da envolvente.
Em execução, pode acompanhar aqui.
A proposta assentou na implantação estratégica de um plano horizontal ao qual foi entregue a função basilar de agregar, organizar, articular e conectar os diversos volumes, pisos, funções e espaços da moradia.
Sumariamente, e desde o momento de Entrada da Rua, este plano horizontal define o desenvolvimento da Habitação, revelando-se progressivamente o Acolhimento Exterior, a Entrada na habitação, a agregação dos Volumes Habitacionais desencontrados, a Zona de Estar coberta de continuidade da Cozinha, culminando nos anexos que rematam o desenvolvimento longitudinal da Habitação/Pala com um volume transversal.
Este projecto de reconstrução foi realizado em parceria com o atelier Arquimla.
A proposta partiu da vontade de reconstruir e devolver a beleza de outrora à moradia pré-existente, datada de 1898.
A proposta passa por uma cércea de três pisos, já existente, na qual os dois pisos inferiores servem como zona de serviço e comum da habitação, o piso superior mais íntimo, é reservado aos quartos. Adaptou-se assim a moradia a um estilo de vida mais actual através de algumas reconfigurações no interior.
Este anteprojecto foi elaborado em parceria com o atelier AMC – Arquitectura e Engenharia.
O seu objectivo é a organização de um terreno situado em Luanda, Angola, num Complexo Logístico de Produtos Alimentares, bem como o desenvolvimento dos vários edifícios/zonas que o compõem.
O Complexo em questão é composto por Armazéns de Alimentos, Edifício Administrativo, Edifício Social, Jardim de Infância, Estação de Tratamento de Águas, Geração de Energia e outros, num total de 85.000m2.
Pretendeu-se afastar o Complexo de uma imagem monótona e monolítica recorrente nesta tipologia.
As formas dinâmicas dos edifícios, em conjunto com a sua implantação, materiais e cores escolhidas, conferem-lhes maior iluminação natural, conforto térmico, ventilação e isolamento sonoro.
Esta moradia unifamiliar foi desenvolvida em um piso térreo e inserida num terreno de área fortemente delimitada.
Aspirou-se desde logo por uma intervenção directa e simples a qual resultou conceptualmente num volume plástico, puro mas sensual, que levita sobre a plataforma de jardim, permitindo somente alguns elementos tocarem o solo: a entrada e o terraço.
Os diversos compartimentos (quartos, sala de estar, cozinha, escritório) foram compreendidos como peças de “Lego” e organizados na combinação mais funcional, sendo depois envolvidos por uma pele branca que unifica todo o projecto.
Este estudo, realizado em 2014, teve como objectivo mostrar o potencial urbano da ruína existente no n.º 28 da Rua do Loureiro, no centro do Porto.
Convivendo ao mesmo tempo com a majestosa Estação de São Bento e a ferida urbana que é a Avenida Dom Afonso Henriques, o local tem o potencial de dinamizar esta privilegiada zona da cidade do Porto.
Optou-se por propor um equipamento de restauração, actividade que amplia as horas de uso do edifício, tornando-o um elemento mais presente no quotidiano dos cidadãos. No piso 0 previu-se um café de rua, nos restantes pisos, bares e restaurantes.
A fachada foi desenhada com o intuito de proteger o edifício do impacto solar durante o dia, e à noite ser capaz de dinamizar o local com um jogo dinâmico de luz.
Adaptar o projecto à morfologia do terreno existente foi a ideia base do projecto.
Aproveitando-se a configuração topográfica que divide o terreno em duas leiras, optou-se pela cota mais alta para ser uma continuação do espaço interior e toda a zona nobre da casa, e na cota mais baixa toda a parte de serviços.
Assim surge um volume que se divide, adapta e apropria do terreno de forma descomprometida e simples. Este volume é dividido internamente por um eixo longitudinal que procura/ ajuda a separar funções e funcionalidades no interior da habitação, dando-lhe ordem e organização.
Em execução, pode acompanhar aqui.
Desde o primeiro contacto com o terreno em questão, foi pretensão da equipa projectista tomar como referência e guia do projecto o Terreno, o qual revela uma singular identidade, denunciada pela sua topografia e invulgar envolvente paisagística, próxima e distante.
É assim proposto um projecto que pretendeu agarrar os Socalcos do terreno, transportando-os desde o exterior para o interior da habitação e tornando-os um dos temas principais da obra arquitectónica. Através deste gesto de apropriação de uma identidade própria e diferenciada, propôs-se a criação de 3 níveis.
Por outro lado tirou-se partido e potenciou-se a paisagem próxima e distante bem como as espécies arbóreas de grande porte do próprio terreno, tornando a paisagem participante na futura vida doméstica e na elaboração do projecto. Dá-se assim lugar à introdução do tema dos Pátios. Através destes elementos, a paisagem é chamada a comunicar no ambiente interior da própria habitação, configurando e caracterizando deste modo os diversos espaços, bem como, dá lugar à existência de generosos Panos Envidraçados que se transformam em verdadeiras telas pictóricas de natureza.
Por fim é introduzido na proposta a Cobertura Inclinada, a qual acompanha e acentua a presença do declive natural do terreno, dando lugar no limite inferior, à figura de cascata quando ocorram chuvas, águas que são recolhidas para depósito para posterior utilização na rega dos relvados. É à cobertura que é entregue o papel de unificar as distintas partes do projecto, conferindo-lhe a devida coerência e coesão.
Este é um projecto de remodelação/reconstrução de uma moradia inacabada e alvo de inúmeras alterações em relação ao projecto originalmente licenciado.
Todo o nosso trabalho foi no sentido de dotar a moradia existente de uma identidade própria e coerente, algo que foi perdido com as diversas alterações. Da mesma forma, tentou-se adaptar a moradia a um estilo de vida mais actual através de algumas reconfigurações no interior, e adição do volume de anexos a norte, pois as dimensões das divisões interiores eram diminutas. Aproveitou-se também para tentar dotar a moradia de uma postura mais “amiga” de pessoas com mobilidade reduzida através da reconfiguração de algumas cotas interiores.
Intervir relacionando os tempos, passado, presente e futuro, dando lugar ao tempo como entidade dinâmica, é o conceito proposto.
O local do concurso, um antigo estaleiro naval, é icónico e memorial para Portugal, pois representa o período áureo da nossa história: Os Descobrimentos. Foi neste estaleiro naval que a maioria das naus que conquistaram Ceuta foram construídas.
A proposta constitui-se por um Plano Horizontal Contínuo justaposto sobre toda a área de intervenção, unificando todos os momentos de intervenção na sua relação com a cidade, com o rio, com elementos de memória bem como no contacto com extremos existentes. O plano criado comporta vários momentos de modelação, adaptação, dilatação e de (re) definição da margem de rio.
Este estudo foi projectado usando o sistema construtivo modular BitByte. Este sistema, desenvolvido em parceria com J. Pinto Santana & Filhos, Lda., usa a madeira como material principal, é modular, flexível, com design contemporâneo e de custos controlados.
A habitação tem como função dar guarida aos agricultores que tratam a vinha existente no local. Foi projectada para se integrar e chamar a si todo o envolvente, funcionando como um miradouro sobre a paisagem.
Adaptar o projecto às condicionantes do terreno foi a ideia basilar. A área a utilizar é caracterizada por uma diminuta capacidade construtiva, daí se ter de optimizar o espaço disponível, atribuindo-lhe a maior funcionalidade possível.
A proposta de ocupação é efectuada através de dois volumes justapostos: o rés-do-chão, o qual adopta uma forma em “L” e o primeiro andar, tendo este a forma em “U”. Ambos estão conectados por uma escada central a qual possibilita o acesso à cobertura. O rés-do-chão acolhe a área funcional da moradia e o primeiro andar a área privada.
Há que salientar a cobertura da moradia, a qual ostenta uma clarabóia, a qual permite a entrada de luz natural na habitação, possibilitando, assim, ganhos energéticos.
Apesar das condicionantes existentes, ainda existem dois espaços ajardinados, que transportam a natureza para o interior da moradia, e uma garagem descoberta.
Projecto de Moradia Unifamiliar a construir em loteamento para 2 pisos mais cave, implantada em terreno de área bastante reduzida.
A elaboração do projecto teve como aliado e condicionante local a proximidade com a linha de costa marítima em área de veraneio e com linha férrea Norte/Sul.
Desde logo e tendo em conta os ruídos produzidos pela linha férrea a poente, envolveu-se a habitação com uma “segunda pele”, a qual permite dissipar os ruídos, para além de possibilitar o controlo da incidência solar nos vãos. Esta “segunda pele”, construída em cobogó, (elemento vazado, de cerâmica ou de cimento), permite a criação de uma imagem volumétrica homogénea e opostamente uma outra fragmentada, em resultado da abertura aleatória dos vãos da “primeira pele”.
A Habitação foi concebida para acolher no seu interior um pátio, elemento central e organizador dos espaços, o qual possibilita a criação de um espaço verde, a introdução de luz no interior da habitação e através dele permitirá o corrimento e recolha de águas pluviais criando um efeito cénico de cascata. Foi também projectado o revestimento da cobertura com painéis solares de forma a tirar partido da boa incidência solar do local.
Este projecto visou a intervenção no piso térreo, outrora oficina, e requalificação de todos os espaços exteriores.
Como postura central do projecto encontra-se o elemento “Pérgola”, introduzido na fachada Sul, tirando proveito da existência do actual vão de Oficina. A “Pérgola” é entendida como elemento principal, agregador e unificador de todo o projecto externo/interno. A nova intervenção é assumida como nova e exclusiva, diferenciando-se de modo evidente da arquitectura do restante edifício existente.
Tratou-se igualmente de tirar partido da estrutura pré-existente e potencia-la com a introdução de uma forma artística “árvore”, capaz de desestruturar e dissipar a presença dos pilares nas áreas principais de projecto, ampliando o interesse arquitectónico e de ambiência dos espaços intervencionados. Por outro lado o projecto contemplou a abertura de grandes vãos possibilitando a abertura e reforço da relação interior/exterior e a sua iluminação natural.
Este projecto é uma remodelação de uma moradia, que tenta tirar o máximo partido do existente de forma a minimizar as obras a serem realizadas.
Tendo por referência a planta de forma geométrica peculiar do empreendimento imobiliário, um octógono, pretendeu-se que o stand de vendas a pudesse usar e tornar evidente. Tendo como ponto de partida a forma octogonal, procedeu-se inicialmente à extrusão da mesma e de seguida ao estender desse volume, conseguindo-se um objecto funcional do ponto de vista programático, algo que a forma inicial não possuía.
O resultado final foi o de um Stand totalmente transportável, reutilizável para outros empreendimentos, de singular forma e volume, capaz de suscitar curiosidade no observador, cumprindo assim o seu objectivo comercial.
Em construção, pode acompanhar aqui.
Este projecto de remodelação pretendeu transformar uma moradia de férias, sem uso, na habitação principal do nosso cliente.
Todo o nosso trabalho foi no sentido de dotar a moradia existente da capacidade de albergar uma ocupação a tempo inteiro, conferindo-lhe uma identidade própria e coerente, sem nunca esquecer o seu passado como moradia de lazer.
Para atingir esse objectivo operaram-se algumas reconfigurações no interior: supressão da fronteira entre o átrio de entrada e a sala de estar; junção da cozinha com o antigo escritório e o antigo solário, formando um amplo espaço de refeições e lazer; ampliação dos quartos para as antigas varandas.
Projecto para uma casa de férias na magnífica paisagem natural de Passos, Cabeceiras de Basto.
A moradia foi pensada de forma a ter o menor impacto possível no terreno natural, parecendo que levita sobre ele. Ao mesmo tempo os interiores foram desenhados para serem “inundados” pela belíssima paisagem natural envolvente.
Utilizaram-se materiais naturais no revestimento exterior de forma a integrar a construção com a paisagem. Aproveitou-se a água da antiga rede de regas para ampliar o ambiente cénico envolvente, tendo sido projectado um percurso de água que passa sob a moradia e termina na piscina natural.
A moradia é de tipologia T3.
A Moradia Passos encontra-se em venda, pode obter mais informações aqui.